Residencial econômico em Campo Grande | Construção Mercado

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Residencial econômico em Campo Grande

Demanda local cresce e atrai construtoras. Só em 2011 foram iniciadas 856 obras na região, com crescimento de 15% sobre o ano anterior

Edição 129 - Abril/2012

 

Divulgação: MRV
Parque Castelo de Luxemburgo é um dos empreendimentos da MRV em Campo Grande. Desde 2009, a empresa já lançou seis projetos na cidade e a meta é lançar mais mil unidades este ano

A cidade de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, vem sendo visada por grandes construtoras com atuação nacional. A MRV chegou à cidade em 2009 e já investiu R$ 350 milhões em empreendimentos. “Já lançamos seis empreendimentos na cidade, um total aproximado de 3,3 mil novas unidades, e ainda temos mais mil para lançar neste ano”, revela José Lima, diretor da regional Sul da MRV.

Segundo o executivo, após o lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida o mercado residencial local se valorizou e segue crescendo desde então. Uma pesquisa realizada pela consultoria ITC aponta que em 2011 foram iniciadas 856 novas obras na região, alta de 15% ante o registrado em 2010.

De acordo com José Lima, a principal demanda está no segmento econômico, para compradores com renda na faixa de três a dez salários mínimos. São normalmente unidades de 45 m² a 60 m², cujo preço pode chegar ao valor máximo de R$ 150 mil dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. Um destes empreendimentos é o Parque Castelo Luxemburgo, o primeiro dos cinco condomínios que formarão o residencial Reserva do Castelo, da MRV.

“Nós estamos bem pulverizados em Campo Grande. Estamos trabalhando na região Oeste, perto do bairro São Francisco, na região Leste, próximo ao shopping Campo Grande e também na região Sul, perto da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)”, conta o diretor da construtora. Segundo ele, as construções na cidade são facilitadas devido ao relevo bastante plano. O executivo afirma que a velocidade de vendas é uniforme nas regiões onde a empresa atua, pois a demanda está bem pulverizada.

Marcos Augusto Netto, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-MS), explica que o mercado imobiliário em Campo Grande – assim como no Brasil inteiro – passou por um desaquecimento em 2011, mas acredita que isso não abala a expectativa de crescimento futuro. “Temos demanda real pelos próximos cinco anos, o mercado não está parado”, comemora o dirigente. “Além disso, não devem faltar recursos para financiamento, e o segredo de todo esse crescimento é o financiamento imobiliário.”

 

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