Fundações profundas | Construção Mercado

Debates Técnicos

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Fundações profundas

Bem posicionado no ranking mundial em relação aos aspectos técnicos do sistema, o Brasil ainda esbarra em questões rudimentares, como a sondagem, que, feita no muque, pode causar muita dor de cabeça, além de prejuízo financeiro, sem a devida fiscalização

Edição 186 - Janeiro/2017
DIVULGAÇÃO TISHMAN SPEYER
Hidrofresadora em canteiro de obras: os discos inferiores (abaixo e à esq.) perfuram o solo rochoso

Embora não seja reconhecido mundialmente pela imponência dos superedifícios, na última década alguns desses arranha-céus começaram a despontar em cidades como Camboriú, Goiânia e João Pessoa. Mas como eles estão sendo construídos no que se refere aos projetos e à tecnologia das fundações profundas? Nesse campo, o Brasil deve alguma coisa ao que é feito atualmente lá fora? Temos bons equipamentos? Atravessamos solos competentes? A sondagem é confiável?

Para responder essas questões, além de traçar um panorama atual desse mercado no país, realizamos um debate técnico, no início de dezembro, na sede da editora PINI, em São Paulo. O encontro teve a participação do engenheiro Celso Nogueira Corrêa, presidente do Núcleo Regional SP da ABMS (Associação Brasileira de Mecânica de Solos e Engenharia Geotécnica), e de quatro representantes de empresas de fundações profundas. Veja a seguir os principais trechos dessa conversa.

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