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Proibição de usar pé de cabra deveria ser colocada em uma placa gigante na entrada de todas as obras que utilizam esses sistemas, sejam eles metálicos, de alumínio ou de plástico

Gustavo Curcio e Lidice-Bá
Edição 191 - Junho/2017
FOTO: DIVULGAÇÃO/ATEX

Paixão dos carpinteiros à moda antiga, o pé de cabra é o terror de qualquer sistema moderno de fôrmas. No outro extremo, incutir na mão de obra a cultura do zelo, de ter cuidado com o equipamento - seja de plástico, seja de metal ou madeira -, é o que mais conta para que ele possa ter um ciclo de vida maior, gerando menos resíduo e menos impacto ambiental. Portanto, investir em treinamento dos funcionários é uma das saídas que várias empresas têm adotado para minimizar os impactos da crise econômica e se preparar para a retomada do crescimento. Algumas empresas dispõem de profissionais que permanecem até dois meses em uma obra só para treinar o pessoal para utilizar o sistema - que, além de proporcionar maior produtividade, permite economia em mão de obra de pintura, por exemplo.

Reunimos seis fornecedores de sistemas de fôrmas, mais o engenheiro Antonio Carlos Zorzi, membro do Comitê de Tecnologia e Qualidade do Sinduscon-SP, para falar do assunto. A conversa tratou desde os cuidados com a gestão de resíduos até as novidades tecnológicas que o mercado brasileiro já tem à disposição. Veja os principais trechos a seguir.

Mesa-redonda

FOTOS: MARÍLIA MUYLAERT

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