Caixilhos de Alumínio | Construção Mercado

Debates Técnicos

Caixilhos de Alumínio

Edição 35 - Janeiro/2009
Janelas da norma

Características climáticas definem exigências diferentes para o produto. Desafio dos fabricantes é conscientizar usuários da importância de se adquirir produtos em conformidade com as normas


A primeira utilização da bauxita para a produção do alumínio em escala industrial no Brasil foi em 1944. Daí para as fachadas das edificações, na década de 60, não demorou muito, já que o produto oferece boa relação custo-benefício ao construtor: preço competitivo, perfis esbeltos, variedade de modelos, de cores e opções de acessórios, além de maior vida útil, pois não precisa de manutenções constantes, apenas limpeza. Tudo isso fez com que o produto conquistasse os usuários e se tornasse responsável, atualmente, pela fatia de 20% do mercado de esquadrias.

A preocupação do setor com a qualidade se concretizou há pouco mais de dois anos, quando o Programa Setorial da Qualidade, do PBQP-Habitat, passou a vigorar. O grande objetivo, desde então, é conscientizar os usuários (e fabricantes) da importância da conformidade com as normas técnicas - e que o produto não serve, apenas, para tampar buraco.

No início, más notícias: muitas janelas não apresentavam bom desempenho, principalmente nos quesitos de vedação à água e deformidade dos perfis, que não agüentavam esforços mecânicos. Como o programa é evolutivo, as empresas tiveram de melhorar seus produtos. No início do programa, exigiam-se apenas alguns itens da norma. Atualmente, os produtos devem atender a todos os quesitos.

O desafio para muitos fabricantes em conformidade é melhorar as categorias de estanqueidade. Assim, produtos restritos ao mercado do Nordeste (região com menor pressão de vento) tendem a ser melhorados para atender, também, a mercados do Sul e Sudeste, com maior pressão de vento, e, por isso, mais exigentes quanto à vedação (veja tabela de classes de uso). Mas nem todas as empresas passaram no teste de conformidade das janelas de três planos, ou seja, não seguem as normas técnicas. Essas empresas foram denunciadas pela Afeal (Associação dos Fabricantes de Esquadrias de Alumínio) no Ministério Público, que pode agilizar ação civil contra os fabricantes, obrigando-os a interromper a produção ou a fabricar dentro das normas.

Os testes de conformidade são feitos em janelas de duas, três, quatro e seis folhas, todas padronizadas. E os ensaios são realizados com base em edifícios de até quatro pavimentos, ou seja, os dados divulgados não possibilitam saber se o produto atende a maiores solicitações. "As máximas condições de ensaio de estanqueidade à água e de resistência às cargas uniformemente distribuídas são 180 e 1.800/-1.450 Pa, respectivamente. Isso não significa que o caixilho não atenderia a condições mais rigorosas", explica Carlos Yamamoto, da Tesis.

Para verificar se a janela pode ser utilizada em pavimentos mais altos, é necessário estudar as exigências de cada construção. O calculista de estruturas geralmente já tem os valores das pressões de vento a que o edifício pode estar submetido. Com essas informações, fica fácil saber quais as solicitações da janela, em função do vento, sempre considerando o último pavimento. "Pode ser que a padronizada esteja apta para edificações maiores, mas só se pode afirmar isso após testes caso a caso", explica Fúlvio Berçot, do IPT.

Se as padronizadas não atenderem às exigências, podem-se encomendar esquadrias com perfis de maior bitola. A NBR 10821 tem um roteiro de cálculo das pressões de vento a que o edifício pode estar submetido (veja boxe). Em todo caso, independentemente se a escolha for por padronizadas ou não, ensaios são sempre bem-vindos. Só assim é possível saber se o produto está adequado ao empreendimento, ou seja, se corresponde às exigências do local.

"Há situações atípicas, como no bairro do Morumbi, em São Paulo, característico por ser uma área aberta com muito vento", conta Alberto Pedrini, da Método Engenharia. Se a esquadria não for dimensionada e detalhada adequadamente, podem ocorrer problemas que, eventualmente, não ocorreriam em outros bairros, pelas situações a que a esquadria estará submetida.



Tratamento da superfície

Uma das grandes vantagens do alumínio é a resistência a ambientes agressivos - como orlas marítimas e áreas industriais. Mas isso não é uma característica do produto e, sim, do sistema de tratamento pelo qual passa: anodização ou pintura eletrostática. A escolha leva em conta, principalmente, a estética, já que a anodização permite menos variedade de cores, principalmente os tons claros. Os caixilhos podem ser utilizados independentemente da região em que serão instalados. "O que deve variar, no caso, é a espessura da camada de proteção", explica Yamamoto.

Os requisitos mínimos de qualidade e os teores de conformidade de camadas anódicas são fixados pela NBR 12609, que avalia o local em que o produto será aplicado. Em zonas de agressividade excessiva (industrial), por exemplo, a camada de anodização deve ter de 21 a 25 micra de espessura; em áreas marítimas, entre 16 e 20 micra e, em zonas urbanas e rurais, entre 6 e 15 micra - dependendo da agressividade do ambiente e se será usado em áreas externas ou internas.

Já os produtos com pintura eletrostática, por possuírem a camada de cromo e de tinta (que pode variar de 40 a 200 micra), podem ser usados em qualquer região.


Normas técnicas

NBR 10821 - Caixilhos para edificação - Janelas
NBR 6485 - Caixilho para edificação - Janela, fachada-cortina e porta externa - Verificação da penetração de ar
NBR 6486 - Caixilho para edificação - Janela, fachada-cortina e porta externa - Verificação da estanqueidade à água
NBR 6487 - Caixilho para edificação - Janela, fachada-cortina e porta externa - Verificação do comportamento, quando submetido a cargas uniformemente distribuídas
NBR 10829 - Caixilho para edificação - Janela - Medição da atenuação acústica
NBR 13756 - Esquadrias de alumínio - Guarnição elastomérica em EPDM para vedação - Especificação
NBR 10831 - Projeto e utilização de caixilhos para edificações de uso residencial e comercial - Janelas
NBR 6507 - Símbolos de identificação das faces e sentido de fechamento de porta e janela de edificação
NBR 12609 - Tratamento de superfície do alumínio e suas ligas - Anodização para fins arquitetônicos
NBR 6123 - Forças devidas ao vento em edificações


O que levar em conta na hora de especificar

 Fator topográfico - se a edificação na qual será instalada a janela está situada em terreno plano, taludes, morros, vales

 Dimensões da edificação

 Altura sobre o terreno

 Fator estatístico: que considera o grau de segurança requerido e a vida útil da edificação

 Mudança de rugosidade do terreno

 Geometria da edificação

 Localização da edificação: litoral, rural, urbano, industrial

 Rugosidade do terreno - conforme a NBR 6123 (forças devidas ao vento em edificações), a rugosidade do terreno é dividida em cinco categorias:

Categoria I: superfícies lisas de grandes dimensões, tais como o mar calmo, lagos, rios e pântanos sem vegetação

Categoria II: terrenos abertos em nível ou aproximadamente em nível, com poucos obstáculos isolados, tais como zonas costeiras planas, pântanos com vegetação rala, campos de aviação, pradarias, entre outros. Ou seja: obstáculos em que a cota média do topo é inferior a 1 m

Categoria III: terrenos planos ou ondulados com obstáculos como muros, quebra-ventos de árvores, edificações baixas e esparsas, em que a cota média do topo dos obstáculos seja inferior a 3 m

Categoria IV: terrenos cobertos por obstáculos numerosos e pouco espaçados, em zona florestal, industrial e urbanizada, em que a cota média do topo de obstáculos é considerada igual a 10 m. Também inclui zonas com obstáculos maiores, mas que não podem ser consideradas na categoria V

Categoria V: terrenos cobertos por obstáculos numerosos, grandes, altos e pouco espaçados, em que a cota média do topo é superior a 25 m



Etiqueta

Para identificar as condições de utilização das esquadrias, os fabricantes adotam, desde outubro de 2002, uma etiqueta de marcação (ou contrato de fornecimento, em caso de comercialização diretamente com a construtora) que acompanha o produto. Atualmente, a identificação é feita apenas em janelas de três folhas, mas será adotada em todas as tipologias de janelas, de acordo com a evolução do Programa.

A etiqueta ao lado apresenta um produto que pode ser utilizado na região I, em edifício de até 15 pavimentos; na região II, até quatro pavimentos; e na III, apenas em edificações de até dois pavimentos. Não é recomendada nas regiões IV e V. Além disso, devem vir especificadas as máximas pressões de vento e de água às quais possui bom desempenho - já que, independentemente da região em que está, o empreendimento pode ter condições especiais nesses quesitos.

Check list

O armazenamento das esquadrias na obra deve ser em local protegido, para que o produto não entre em contato com outros materiais

É preciso armazenar os caixilhos em local seco, pois a umidade pode danificá-los caso possuam vidros laminados

A maioria das esquadrias vem com folhas de proteção, que devem ser removidas apenas após o término da obra

Use ferramentas adequadas e parafusos de aço inoxidável, para evitar corrosão

Nunca utilize materiais abrasivos para a limpeza

As esquadrias de alumínio podem ter pintura ou anodização. O importante é que o acabamento seja homogêneo, sem riscos ou amassamentos. Na especificação do produto, deve estar indicada a camada utilizada

Classificação e usos

A NBR 10821 prevê que os caixilhos padronizados sigam uma classificação de uso, de acordo com a região do País em que será instalado.

A classificação dos produtos depende de dois ensaios de estanqueidade à água e resistência às cargas uniformemente distribuídas. Todos esses dados são disponíveis em uma tabela, que, além das classificações por pressão do vento, separa as diferentes classes de uso, como residencial e comercial, e leva em conta a altura da edificação.


Requisitos de qualidade





Engenheiro coordenador dos Programas
de Qualidade de Esquadrias de Alumínio
e PVC, da Tesis

Carlos Yamamoto





O que é avaliado para atestar se um produto é conforme ou não-conforme?

Para o cálculo do indicador de conformidade são levados em consideração os resultados obtidos nos ensaios de resistência à flexão, de verificação do comportamento sob ações repetidas de abertura e fechamento, de estanqueidade à água, de resistência às cargas uniformemente distribuídas, de resistência ao esforço horizontal (no plano da folha, com dois cantos imobilizados), e verificação da conformidade do caixilho ao projeto das janelas. Para um produto "estar fora de norma", basta ser reprovado em qualquer um desses requisitos.

Quais os quesitos com maior índice de reprovação?

Em 2001, no início do programa, 37,5% das empresas participantes foram reprovadas no quesito resistência à flexão, nas linhas de perfis de menor inércia (linha 16). Isso evoluiu, já que, de julho a setembro de 2003, 100% dos fabricantes participantes do Programa obtiveram aprovação. Outro ponto crítico era a estanqueidade à água: no primeiro diagnóstico do setor, em 2001, o percentual de empresas aprovadas ficou em 62,5%. Já entre julho e setembro de 2003, todas as empresas participantes do Programa obtiveram aprovação nesse item.

Que cuidados o construtor deve tomar para que o produto tenha melhor desempenho?

É primordial o controle na instalação. Assim, eliminam-se problemas de desempenho das esquadrias em, praticamente, todas as exigências, como segurança, habitabilidade, durabilidade e qualidade dos acessórios e dos dispositivos complementares de estanqueidade. Já na hora de especificar é preciso verificar o projeto estrutural dos perfis, como geometria e espessura de paredes - isso tem grande importância no desempenho das janelas, principalmente na resistência à flexão, ao esforço horizontal e na resistência às cargas de vento.

Que problemas podem ocorrer por má instalação?

Pode ocorrer penetração de água para o interior da unidade, por meio de frestas ou juntas mal vedadas da janela. Quando não há controle do material utilizado para a calafetação entre a parede e o marco, por exemplo, podem ocorrer deformações no perfil de marco. Desvios de esquadro, nível ou prumo também podem acontecer, e, com isso, prejudica-se o funcionamento das janelas (operações de manuseio) e a estanqueidade à água. As patologias resultantes desse problema são variadas: podem aparecer fissuras nas paredes, eflorescências, bolhas na pintura, manchas na parede, esboroamento da pintura, diminuição do conforto acústico e térmico.



DEBATE

Quais as complicações mais comuns encontradas pelos construtores nas janelas de alumínio?

Alberto Pedrini - Há alguns problemas com prazo de entrega, instalação e, até mesmo, de qualidade, como complicações eventuais de fabricação e de especificação de material, e outros com qualificação de mão-de-obra, na instalação. Para evitar isso, é preciso fazer uma inspeção técnica de todo o processo.

Há alguma maneira de minimizar o problema de especificação?

Pedrini - A discussão com o fornecedor pode ajudar nessa fase e a presença de um consultor ou de um responsável na construtora pelo suprimento é importante.

Houve, recentemente, uma denúncia de não-conformidade. Ainda existem muitas empresas não-conformes?

Antonio Molina Spina - Existem. O PBQP-Habitat é prioridade na Afeal, mas ainda está andando de uma maneira bastante tímida. Esperamos, por exemplo, a adesão de mais empresas, para que se possa falar com mais autoridade em relação ao mercado nacional.

José Carlos Cattel - A intenção é estender essa conformidade para o caixilho especial. Mas esse movimento ainda é tímido e é preciso que haja uma articulação forte do setor para poder nivelar as empresas.

Spina - Além da não-conformidade, o programa quer eliminar a fabricação de esquadria na obra ou, até mesmo, pelo próprio construtor. Isso é um desastre. O fabricante investe em tecnologia, em equipamentos, treinamento, mão-de-obra, coloca a empresa dentro da norma e, depois, compete com aquele que vai orçar com a mera mão-de-obra. A contribuição negativa para o nosso mercado é devastadora.

Francisco Lázaro Mary - Isso acontece muito no mercado?

Spina - Muito. Em função da situação econômica do País existem poucas obras e uma oferta muito grande de fabricantes. A tendência passa a ser comprar preço e, mais do que isso, espremer o custo. Fabricar na obra acaba com o controle do processo, porque o local é inadequado, os equipamentos são inadequados, e não há garantia nem o retorno esperado.

Já existe uma consciência do consumidor da importância de quesitos técnicos, como resistência e estanqueidade?

Pedrini - O consumidor residencial é o menos preparado. Por outro lado, o mercado de edificações industriais e comerciais possui usuários extremamente exigentes.

Jorge Sato - Quem fabrica tem de ter respeito ao consumidor, ao usuário. Mas, infelizmente, vemos o nosso produto ser depreciado na hora da compra e comparado com empresas de fundo de quintal. A própria construtora faz isso. Sempre falo: é proibido vender produto fora de norma. Mas, o que se encontra na construção, está tudo fora de norma. Outro dia, conversando com um engenheiro de uma grande construtora, disse que o produto que eles adquiriram estava fora de norma. Ele me respondeu que não importava, pois servia. Servia porque o preço era 30% mais barato.

Pedrini - Cada construtora tem de chamar os concorrentes de um mesmo nível ou de um nível aproximado. A partir daí, acho que vale a regra do menor preço. Isso mostra que, se existe a falta de cultura do usuário, também existe a falta de cultura das construtoras. Muitas delas, por exemplo, não visitam as instalações do fabricante.


Ou seja, muitas construtoras não estão preparadas para especificar o produto.

Pedrini - A construtora tem de ter a cultura e o preparo técnico para comprar adequadamente. E comprar adequadamente é um passo. O segundo passo é seguir tudo o que deve ser feito, por exemplo, testes. É indispensável fazer testes das esquadrias em câmaras especiais, porque a maioria é feita sob medida. A construtora tem de entender que isso é necessário, porque, no caso dos caixilhos especiais, é um produto feito sob medida. Não existe outro igual, tem de ser testado.

Cattel - Se o barato sai caro, ou seja, se no fim, escolhe-se um produto que vai dar problema, isso não sai caro ao longo dos anos para os construtores?

Pedrini - Sai e os custos são altíssimos. Primeiro, os custos financeiros, porque se existe algum problema de estanqueidade ou de mau funcionamento, raramente a solução é simples ou barata. Segundo, nem sempre a correção é fácil, porque, por ser na fachada, o acesso é mais complicado. E o outro tipo de custo é o da imagem da construtora, que fica tremendamente afetada.

Cattel - Por que, então, os construtores forçam a busca do preço e não colocam na balança o quanto vai custar isso ao longo dos anos?

Pedrini - As construtoras que sabem desses custos são as que perduram no mercado. O nosso mercado é muito instável e a vida das construtoras e empreendedoras não é tão longa - às vezes, a empresa não chega nem a sofrer ou sofre pouco os custos ao longo dos anos. Quem sabe desses custos são as construtoras que perduram no mercado.

Pode-se falar em evolução dos produtos nos últimos anos?

Maurício Teruo Sasazaki - Com certeza, principalmente agora, em cima da norma. Os fabricantes buscaram adequar seus produtos. A maioria teve de fazer alterações com relação à vedação e, até mesmo, resistência dos perfis de alumínio. E isso gera mudança de ferramental, de acessórios e até extrusão de novos perfis.

Spina - Há um movimento, de dez anos para cá, de trazer tecnologia. E existem projetos, independentemente do programa de qualidade, altamente avançados. Existe um esforço muito grande, mesmo porque, outros produtos, que não o alumínio, estão chegando por aí com tecnologia.

Sato - Estamos evoluindo nos produtos, mas, por outro lado, o grande mercado no Brasil é representado pela classe baixa, na faixa de renda de R$ 1,5 mil/mês. A gente evolui em termos de produto. Dá para vender? Não. Nós temos produto, mas não dá para vender para esse mercado. Tínhamos um programa para investir em torno de US$ 70 milhões, foi tudo suspenso. Não tem mercado para caixilho dentro da especificação, dentro da norma. Como isso vai ser revertido é um grande nó. O conceito de janela que a gente vê aqui é simplesmente tampar o buraco.

Você está dizendo que o Brasil não tem mercado para esquadrias normalizadas?

Sato - Não tem. Para a quantidade que temos condição de fabricar, nós não temos. Eu falo que 80% do que está sendo vendido está fora de norma.
Spina - É uma realidade, sem dúvida, e vivemos um paradoxo no Brasil: estamos em um País com grande déficit habitacional, mas que, nos últimos sete anos, teve crescimento negativo da construção civil. Isso não significa que devemos parar. Temos de insistir.

Pedrini - Nós temos de ter fabricantes para todos os padrões e adequar o produto à norma. Uma coisa não impede a outra, e esquadrias para baixo padrão não têm de estar fora de norma.

Cattel - O caso de uma janela ser barata não quer dizer que o fabricante não consiga torná-la boa.

Spina - A verdade é que estamos em uma fase de transição. O programa está implantado há dois anos. Depois que as empresas entraram no programa, houve altos investimentos. Passaram a ter projetos bem feitos, investiram no produto e no mercado.



PRODUTOS




Veneziana

As janelas venezianas de correr da Linha Aluminium, da Sasazaki, possuem batente de 12 cm e estão disponíveis em três modelos: sem grade e com três folhas móveis, com grade e três folhas (uma fixa) e com seis folhas (com ou sem grade). Telas mosquiteiras e guarnições são opcionais.
MO 55670
Preço não informado








Pintadas

As janelas de alumínio da Linha 20 tubular, da Ebel, possuem pintura eletrostática branca. Disponíveis com quatro folhas.
MO 55671
Preço não informado









Maxim-ar

A Bay Window maxim-ar, da Jap, possui abertura de 90o e quatro folhas. Faz parte da linha 25 tubular e está disponível em quatro acabamentos: brilhante, bronze, branco e fosco. Com vidros lisos ou quadriculados.
MO 55672
Preço não informado









Anodizado

As esquadrias de alumínio Astra são fabricadas com alumínio anodizado, material resistente a agentes externos, como poluição, maresia e calor.
Os vidros já vêm instalados e as janelas dispensam o uso de zarcão, tinta ou verniz.
MO 55612
1,00 x 1,20 m = R$ 330
1,00 x 1,50 m = R$ 380







Sem contramarco

As esquadrias da linha SX, da YKK, podem ser fixadas com parafusos, buchas
ou espuma de poliuretano expansível (que garante a vedação total da esquadria). Não utiliza contramarco na instalação.
MO 55691
Preço não informado








Motorizada

A janela integrada da Papaiz possui duas folhas, o que permite grande abertura para passagem total da luz. Disponível com modelo motorizado.
MO 55692
1,20 x 1,20 m - acabamento branco de R$ 2,3 a R$ 2,5 mil







Duas linhas

A Linha Vênus, da Trifel, foi projetada para atender às edificações de médio a médio-alto padrão com até 25 pavimentos. (regiões I e II)
Já a Linha CN é desenvolvida especialmente para obras de padrão popular de até cinco pavimentos. (regiões I e II)
MO 40591
Preço não informado






Texto original de Bianca Antunes
Construção Mercado 35 - junho de 2004