Editorial: reconhecimento – marca do nosso DNA

Essa confiança de mão dupla – em que a PINI entrega a seus leitores o poder da escolha, e eles, por sua vez, acreditam na transparência e rigor da elaboração do ranking – tem como resultado o reconhecimento da PINI como a mais tradicional fonte de consulta do setor.

Desde 1995, o Prêmio PINI é referência de marcas no segmento de materiais e serviços. Diante das oscilações políticas e econômicas que o cenário brasileiro nos impõe, é alento saber que o reconhecimento faz parte do cotidiano em iniciativas como esta. Nosso prêmio homenageia empresas que estão sempre em busca de novos modelos, caminhos e soluções, independentemente da conjuntura nacional de bonança ou retração de mercado. Este conceito, alinhado à ideia de “melhoria contínua” – derivada do termo kaizen, em japonês -, só é possível diante do estreito laço que a PINI estabelece com seus assinantes. São eles quem escolhem os melhores fornecedores da indústria da construção civil. Essa confiança de mão dupla – em que a PINI entrega a seus leitores o poder da escolha, e eles, por sua vez, acreditam na transparência e rigor da apuração dos dados – tem como resultado o reconhecimento da PINI como a mais tradicional fonte de consulta do setor. Nesta edição, você terá acesso ao ranking completo. E, como para nós o kaizen também é realidade, pois estamos sempre em fase de aprimoramento e atualização, você ainda conhecerá aqui o novo modelo idealizado pela PINI para a edição de 2017 do prêmio.

Reportagens do mês
Há pelo menos seis anos, tornou-se endêmico no Brasil o desplacamento cerâmico – queda ou descolamento do revestimento cerâmico -, que despertou no mercado uma busca insana pelos responsáveis pela patologia. A novidade está justamente na recente orientação do Sinduscon-SP, que está aconselhando as construtoras de seu Comitê de Tecnologia e Qualidade (CTQ) a não comprarem a cerâmica via seca. A edição ainda traz uma reportagem sobre as possibilidades de uso da realidade aumentada na construção civil. As simulações podem representar um ganho de até 30% no orçamento, justamente por anteciparem no universo virtual eventuais problemas que seriam verificados apenas durante a execução da obra. Nosso caderno especial traz um panorama geral sobre a consolidação do uso da argamassa bombeada e projetada, evidenciando as limitações de uso da técnica e a organização do canteiro para que seja aplicada sem restrições técnicas. A edição 55 do caderno Infraestrutura Urbana fala do uso da técnica mista do concreto pré-moldado e moldado in loco nas obras do Monotrilho de São Paulo. A estratégia poupou a interdição integral de diversas vias da cidade.

Por Marília Muylaert

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